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sábado, 8 de janeiro de 2011

Café do Vento

Onde: Av. França Filho com Av. João Maurício, Manaíra
Fone:
Site:
Data da visita: quinta-feira, 06/01/11
Faixa de preços:
Comidas: de R$1,90 (madeleines de castanha) a R$15,90 (Pot Pie com recheio de camarão)
Bebidas: de R$2,00 (água mineral sem gás) a R$52,00 (Rapariga da Quinta); Refri R$2,50.
Cartões de crédito: sim

Tenho que começar confessando que nunca achei "Café do Vento" um nome muito apropriado para uma loja de roupas. Sempre que passava por lá, estava dirigindo, então, só conseguia ver a placa do café e a fachada da loja, daí a confusão. Na verdade, o café fica na rua lateral, em anexo à loja Maria Moça Seu Moço.
O espaço é interessante. Você pode optar por curtir a brisa e a vista do mar em mesinhas na calçada ou continuar olhando pro mar (com o seu cabelo arrumado) no aconchego com ar-condicionado do interior do ambiente, por um janelão de vidro junto a um balcão com livros e vasos de plantas naturais. É elegante e aconchegante, exceto por uma parede. Explico: aparentemente, a "dita cuja" deveria ser uma parede decorativa, com destaque no ambiente. Mas além dela já estar descascando, em cima do conjunto de espelhos com molduras diversas colocaram um ar-condicionado que não tem nada a ver com o restante do conjunto. Tudo bem, pode ser que devido a algum problema técnico não fosse possível colocá-lo em um outro lugar, mas poderiam pelo menos ter tentado disfarçá-lo, né? Um outro problema é o barulho da cozinha aberta. Como o local é pequeno, quando há liquidificadores ou outros apetrechos culinários ligados, isso se transforma num fator dificultador pra quem quer conversar ou curtir a música ambiente.
Mas vamos ao que interessa: a comida. O cheirinho no ar estava tentador! Pedimos Nega Maluca, Pot Pie de camarão, Croque-Monsier, Frango Especial e Crème Brûlée (ver fotos abaixo). Gostamos, apesar de não termos achado nada tão extraordinário. O ponto alto foi a Nega Maluca, que apesar de pequena estava deliciosa (a ponto de fazer com que a minha amiga que nem gosta de café quisesse voltar lá). A única coisa realmente decepcionante pra nós foi o Crème Brûlée. De novo, vou ter que me explicar: ele foi pedido por duas pessoas que nunca haviam experimentado esta sobremesa antes e que são apaixonadas pelo filme O fabuloso destino de Amèlie Poulain. Então, nossa referência era a personagem do filme quebrando a casquinha da sobremesa com a colher e isso não foi possível pra gente, pois o nosso crème não tinha nenhuma casquinha durinha como o do filme.
Ah! Duas curiosidades sobre o atendimento: as pessoas que, assim como eu, são completamente invisíveis para os garçons, já podem comemorar; como diria Seu Creysson, "seus pobremas se acabaram-se!". Ao invés de fazer malabarismos pra tentar chamar a atenção do garçon inutilmente, basta apertar um dispositivo (ver foto acima) que um painel é acionado indicando a mesa que está chamando. Entretanto, os cardápios nem sempre conseguem acompanhar a agilidade dos atendentes. Se você for num dia em que haja várias mesas ocupadas, corre o risco de ter que "entrar na fila" pra conseguir por as mãos nele, pois só existem 3 disponíveis (pelo menos foi essa a informação que nos deram no dia). Isso sim é que é ser um lugar despretensioso, hein? :))
Enfim, se você estiver passando por perto, vale a pena entrar e tirar suas próprias conclusões.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Le Víssimo

Onde: Empresarial Esquina da Praia (Av. Manoel de Moraes com Edson Ramalho, Manaíra)
Fone: (83) 3247-5277
Site: ?
Data da visita: sexta-feira, 19/11/10
Faixa de preços:
Comidas: de R$2,90 (sorvete) a R$29,90 (salada - camarão, abacaxi grelhado, alface americana, rúcula, tomate seco, ricota, morando ao molho de mostarda e mel)
Bebidas: de R$2,00 (água de coco ou água mineral) a R$10,90 (smothie - morango, frozen yogurt e limão); refri R$3,00.
Cartões de crédito: sim

Fui a este lugar por recomendação de uma amiga, desbravadora dos sete mares. Pra falar a verdade, ela disse que preferia o crepe do Dalí, mas mesmo assim conseguiu me deixar curiosa sobre o lugar. A primeira coisa que chama a atenção é a arquitetura. Bem interessante a maneira como eles aproveitaram o espaço aberto. Não sei se funciona tão bem em dias de chuva, mas pras noites quentes é perfeito. Quanto à decoração, a variação nas mesas e cadeiras não chega a comprometer o visual, embora o estilo rústico comprometa um pouco o conforto (maioria das cadeiras/bancos sem encosto). E isso foi um problema pra nós nesse dia, já que o tempo de espera pelos pedidos foi razoavelmente grande. Apesar da simpatia dos garçons, mais de 40 minutos de espera não é razoável, at all. Um outro problema do lugar é o estacionamento: na Edson Ramalho é praticamente inexistente, e o trechinho sem saída da Manoel de Moraes também não deixa muita escolha).
Porque a comida estava muito, muito gostosa, eles se livraram de uma outra reclamação que eu poderia fazer. Explico: eu pedi um crepe e meu namorado uma salada e um grelhado. Apesar de termos pedido ao mesmo tempo, o pedido dele chegou bem antes do meu. O que poderia ser um problema, neste caso, foi uma vantagem. Me deu a desculpa perfeita pra "experimentar" praticamente a metade do dele. Confesso que não sou lá muito fã de saladas, mas aquela estava perfeita!! Quando o meu crepe chegou, a fome já tinha ido embora, mas a falta de apetite foi vencida pela gula. Até meu namorado, que não é muito fã de crepes, adorou este. Enfim, item comida aprovado com louvor. E a propósito, as porções individuais deles servem duas pessoas normais, perfeitamente.
Depois de todas as besteiras que fatalmente irei comer no meu aniversário, voltarei lá pra ficar em paz com minha consciência atacando as saladas. Sem sacrifício! :)

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Café Poético

Av. Monsenhor Odilon Coutinho, 216, Cabo Branco.
Fone: ?
Site: ?
Data da visita: 20/09/10, segunda-feira
Faixa de preços:
Bebidas: de R$1,90 (água mineral sem gás, 500ml) a R$9,20 (Nega Maluca com chantilly, 300ml)
Comidas: de R$0,75 (ovo) a R$9,90 (Waffle)
Horário de funcionamento: das 15:00h as 22:30h
Cartões de crédito: sim

Tenho que começar confessando: ando mais reclusa que o habitual esses dias. Parte da "culpa" é da minha companheira de blog, que me abandonou pra ficar à deriva em outros litorais. A outra parte é de uma expectativa frustrada, que me deixou, como diria o Zeca Baleiro, "triste, tristinha. Mais sem graça que a top model magrela da passarela..." Enfim, pra tentar dar um up no ânimo, depois de uma semana infernal, resolvi sair com um amigo e encher a cara de Ice Coffee lá no Banana Lounge, mas a nuvem negra que anda me acompanhando estava de plantão: fechado. Como há males que vem para o bem, acabamos no Café Poético, que fazia tempo que eu queria visitar, mas meus hábitos notívagos não combinavam com o horário de funcionamento do local, que fecha extremamente cedo (22:30h)!
Chegamos lá quase na hora de fechar e já começamos a ter boa impressão do lugar: não encontramos atendentes mal humorados, torcendo pra gente nem entrar ou pros outros irem embora logo. Fomos extremamente bem atendidos. Todos foram muito simpáticos e prestativos. O lugar é uma graça. Super simpático, com um ar intimista. Tudo bem, admito que aquele armário embutido/mini cozinha entre as mesas é pra lá de estranho e, de repente, num dia de movimento mais intenso pode chegar a quebrar o clima do ambiente. Mas nesta noite, tivemos sorte.Nenhum de nós estava com fome. Como eu falei antes, a idéia era só sair pra tomar um café e chorar as pitangas, como diria a minha avó. Mas tinham tantas opções interessantes no cardápio, que acabamos não resistindo. Eu pedi uma tapioca crocante e um Maltado, e o meu amigo ficou com um Mentolado Taça e um crepe. Estava tudo perfeito! Só de lembrar, já dá vontade de repetir a dose. Nem preciso dizer que vou voltar, né?
Quanto ao quesito "socializômetro", bem... Parece ser melhor opção praqueles momentos em que você prefere não ser incomodado, seja por ser anti-social como eu, seja por já estar muito bem acompanhado, se é que vocês me entendem... :)

domingo, 11 de julho de 2010

Mango Café

Onde: Av. João Maurício, 761C, Manaíra
Fone: 3247-8321 (delivery)
Site: ?
Data da visita: domingo, 11/07/2010
Evento: none
Faixa de preços:
Bebidas: de R$1,50 (água mineral sem gás) a R$5,90 (suco natural de morango, abacaxi e laranja); não vendem refri nem bebidas alcóolicas.
Comidas: de R$3,50 (cheesecake ou tortinha de limão) a R$13,90 (Salad Bar: salada montada pelo cliente, com até 8 ingredientes)
Cartões de crédito: sim
Não foi por falta de indicações que não fomos a este lugar antes. Confesso que a idéia de ir a mais uma lanchonete com baixo socializômetro não estava nos animando muito mas, finalmente, cedemos à pressão grupal e fomos conferir o que tem de bom por lá. O espaço é pequeno e simpático, o que tanto pode ser qualidade quanto defeito. Explico: é aconchegante, ótimo pra ir a dois, por exemplo. Mas num dia de maior movimento, corre-se o risco de não encontrar mesas disponíveis, principalmente se for em grupos de mais de 4 pessoas. Uma dica: o ambiente externo lateral é perfeito para encontros clandestinos; além da meia-luz e do espaço recuado, longe dos olhares indiscretos/invejosos, os garçons raramente vão lá, o que garante a sua privacidade e também inaugura um serviço inédito de self-service de garçons, no qual você não tem que ir pegar a sua própria comida, mas tem que levantar pra achar um garçom pra chamar de seu.


Tínhamos ouvido falar tão bem da comida, que resolvemos experimentar o máximo que conseguíssemos. Pedimos wraps salgados (Italiano e Santorini) e doce (Nutella com banana), um smoothie Hawai e uma limonada suiça. As bebidas e o wrap doce estavam perfeitos, mas os salgados deixam a desejar pra quem gosta de sabores mais fortes/temperados. Entretanto, pra quem gosta de variar, os salgados são prato cheio. Além de estarem em maior quantidade no cardápio, ainda podem ser pedidos em massa de pão folha de sabores diferentes: branco, integral, beterraba ou manjericão.

O lugar vale uma outra visita. Até porque a sugestão pra não sairmos de lá sem experimentar a tortinha de limão chegou tarde demais.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Vinil Retrô Bar

Onde: Av. Isidro Gomes, 75, Tambaú
Fone: 3512-7882
Site: http://www.vinilretro.com.br/
Data da visita: 02/06/10 (véspera de feriado)
Evento: none
Faixa de preços:
Bebidas: de R$1,50 (água mineral sem gás, 330ml) a R$140,00 (Johnnie Walker Red, 1l) - Refri lata: R$2,50; Smirnoff Ice: R$6,50;
Comidas: de R$8,00 (New England: creme de camarão e mariscos com pão italiano) a R$23,90 (Camarão Vinil: camarão flambado, molho bechamel, purê, cheddar e pão italiano);
Cartões de crédito: sim.
A curiosidade finalmente venceu a resistência e fizemos a experiência de ir a um show dançante em um bar que não tem espaço pra dançar. A "desculpa" era a comemoração do aniversário de uma amiga e a atração da noite, uma banda de samba (Trem das Onze). Chegamos por volta das 21:00h e já não foi tão fácil encontrar mesas vagas. Achamos uma pra 4 pessoas, em frente aos banheiros. As mais legais, com sofazinho, já estavam todas tomadas. Tentamos nos conformar, pensando que, pelo menos, estávamos perto de um ventilador/circulador de ar mas, na verdade, era pura propaganda enganosa, pois o calor toma conta do lugar sem nenhuma piedade.
A decoração é legal, com fotografias de celebridades nas portas dos banheiros: Marilyn Monroe para as mulheres, James Dean para os homens e Olivia Newton John e John Travolta para cadeirantes (humor negro?!). Um amigo chegou a comentar que as fotos aumentam nossa expectativa sobre os usuários do recinto... nos deixavam esperando que saísse de lá alguma Marilyn ou Dean e sempre nos decepcionávamos com a comparação. Nas paredes do bar, vemos adesivos de diversos músicos, além de uma linha do tempo marcando eventos importantes na história da música a partir dos anos 70.
Como já tínhamos sido advertidos contra o New England, não arriscamos. Fomos de batata recheada, pra começar (não lembro exatamente o nome do prato, mas era a primeira opção do cardápio. Com certeza, algo "fabuloso", "inebriante", "sensacional"... Prestem atenção em quantos adjetivos há no menu! Pelo menos um deles, descobrimos que é pura propaganda enganosa. As "generosas" fatias de pão italiano que acompanhavam o Camarão Vinil estavam looonge da expectativa provocada: eram poucas e finíssimas!). De tudo o que experimentei, só não recomendo as Trouxinhas de Caranguejo.

Quanto ao socializômetro, uma grata surpresa: apesar do bar não ter um espaço reservado pra dançar, depois de umas e outras, a galera se anima e dança assim mesmo, perto das mesas, em frente ao palco, enfim, em qualquer lugar que sobre um espaçozinho vago. Não aconteceu comigo em nenhuma das vezes que fui lá (sim, já voltei lá uma outra vez), mas é bem possível rolar um convite pra dançar ou conseguir engrenar uma conversa com o pessoal da mesa ao lado. E, se tudo der errado, a boa localização do bar garante outras opções bem próximas, que dão pra ir a pé mesmo (o que, dependendo do horário, é mais que bem-vindo, pois qualquer um que já tenha ido mais tarde pra balada por aquelas imediações sabe como é difícil encontrar estacionamento).

Pra fechar, uma dica: se você chegar cedo e vir plaquinhas de "reservado" nas mesas com sofá, cheque com os garçons. Eles geralmente colocam as plaquinhas pra evitar que estas mesas, que são próprias para grupos, sejam ocupadas por solitários sem noção ou duplas/casais.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Dona Branca

Onde: Av Gov Argemiro Figueiredo, 1223, Jardim Oceania
Fone: 3214-9597 3214-9598‎
Site: http://www.donabranca.com.br/
Data da visita: sexta, 02/04/2010
Faixa de preços:
Bebidas: de R$2,00 (água mineral) a R$110,00 (garrafa Grant's)
Refri lata R$3,20; Dose cachaça R$2,50
Comidas: de R$2,40 (caldinho pequeno de feijão ou camarão) a R$28,00 (tábua de frios ou isca de salmão ao molho de maracujá)
Cartões de crédito: sim

Paulo Coelho diz que quando queremos algo, do fundo do coração (ou algo assim), o Universo conspira para realizarmos nosso desejo. Não sei se ele está certo, mas sei, com certeza, que às vezes o Universo conspira contra.
Depois de incontáveis posts sobre lugares legais (ou nem tanto) onde se comia bem (ou nem tanto), mas onde as chances de socialização com estranhos potencialmente interessantes eram praticamente nulas, resolvemos “ousar” e testar os limites da nossa “antisocialidade” indo a um show da Sonora Samba Groove no Vinil Retrô Bar. Ainda não conhecíamos o lugar, mas já tínhamos ouvido bons comentários a respeito; e a banda já tinha sido “testada” antes: um samba-rock super dançante, que empolga até alguém como eu, que nasceu com dois pés esquerdos e sem nenhum pingo de samba em nenhum deles.
Saímos animadas e produzidas para a balada, mas quando chegamos lá, pra nossa decepção, o bar não tinha nenhum espaço pra dançar. Fala sério, né?! Como se faz um show dançante em um lugar onde não se pode dançar?? Qual a graça?? Não quisemos pagar pra ver (literalmente, já que o bar cobra entrada) e saímos em busca de outro lugar pra dançar. E novamente, o Universo conspirou contra: tudo fechado! Aparentemente, os empresários locais acreditam que somos muito mais religiosos do que realmente somos e resolveram que a Sexta-Feira Santa não era um dia adequado para sair pra dançar. Incógnito, Zodíaco e até aquele outro da esquina em que só toca forró (e no qual eu só entraria se estivesse completamente desesperada pra arrastar o pé, no matter what), todos fechados. O público, sem medo de queimar no mármore do inferno, lotou os outros bares (hereges!!), que abriram normalmente.

Pra nós, a noite acabou na cachaçaria Dona Branca, uma aposta segura. Apesar do ar-condicionado fazer falta, o lugar é agradável e todos aqueles garrafões de cachaça dão um toque interessante ao ambiente, mesmo para os abstêmios, como nós. Camarão, pizzas (doces e salgadas), pastel, carpaccio... gostamos de tudo, até agora. Pra quem quiser se aventurar nas cachaças, dizem que a Chicletinho é ótima (sucesso de vendas, de acordo com o garçom).

Pra quem ainda estiver na dúvida se vale ou não a pena a visita, recomendamos o happy-hour, que dá descontos de até 50% em diversos itens do menu (de segunda a sexta, das 16:30 as 19:00h). Pra quem estiver interessado, “socializômetro” nível médio: não tem lugar pra dançar (mais propício para as aproximações), mas de repente, entre uma cachaça e outra, rola uma cantada escrita em guardanapo, né? Vamos tentar novamente. Quem sabe um dia funciona!

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Botequim Villa São Paulo



Onde: Av. Argemiro de Figueiredo, 1029 - Bessa
Fone: (83) 3246-2826
Site: http://www.eutonovilla.com.br/
Data da visita: terça, 23/03/2010
Evento: Meu aniversário
Faixa de preços:
Bebidas: R$1,80 (água, 500ml) a R$19,00 (whisky Johnny Walker) – Refri lata R$2,90
Comidas: R$2,80 (cesta de pãezinhos) a R$25,90 (Camarão aos quatro queijos, acompanhado de arroz e batatas)
Cartões de crédito: Sim (Crédito e débito)

Happy hour: termo em inglês que significa, literalmente, "hora feliz". Geralmente utilizado para denominar a comemoração informal feita por colegas de estudo ou trabalho no final do expediente.

Para comemorar o meu aniversário, meus amigos marcaram pra gente se encontrar durante o happy hour. O local escolhido foi o Botequim Villa São Paulo. Primeiro, porque esta que vos escreve adora um sambinha. Segundo, porque durante o happy hour(das 17h às 20h), o Villa faz promoção nos petiscos e bebidas, com descontos variados no cardápio, entre 10% e 50%. Terceiro, porque esta era uma excelente desculpa para conhecer o lugar e poder contar depois.

Pois bem, cheguei lá na hora, como uma boa nerd, preocupada em não deixar as pessoas esperando. Ninguém tinha chegado ainda. E quando digo ninguém, não me refiro apenas aos meus amigos: eu fui a primeira cliente do botequim, chegando lá sozinha às 17h, no MEU ANIVERSÁRIO! Entretanto, como fazer aniversário me deixa feliz e, novamente, como sou uma boa nerd, tratei de me ocupar em anotar as informações que precisava para esse post. Então, vamos à elas!



Decoração retrô, fotos de São Paulo nas décadas de 1950/1960, rádios e telefones antigos decorando as prateleiras, piso preto e branco, funcionários vestidos de boêmios, combinando com o clima do lugar. Música ambiente, com sambinhas mais clássicos, tipo Fundo de Quintal, Jorge Aragão, velha guarda de escolas de samba... Pra quem gosta desse tipo de ambiente, é uma ótima pedida. Um telão estava passando jogo de futebol (não sou fã, mas tem quem goste), enquanto um outro passa curiosidades, frases de botequim (ex.: "Ninguém vencerá a guerra dos sexos. Há muita confraternização entre os inimigos").

As mesas que ficam na calçada da frente são mais ventiladas. O serviço demorou um pouco, mas a comida estava boa e os sucos também. Boas sugestões de petiscos são a batata frita com cheddar e bacon, a isca de peixe e o pagode de carne seca com molho de pimenta.

Apesar de ter me concentrado na comida, o ambiente é agradável para um bom papo. É, se continuarmos assim, a fama de nerd antisocial vai começar a ficar abalada.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Fina Fatia

Onde: Av. Négo, 476, Tambaú
Fone: 3226-1083 (delivery)‎
Site: http://www.finafatia.com/
Data da visita: sábado, 27/02/2010
Evento: none
Faixa de preços:
Bebidas: R$1,50 (água, 500ml) a R$9,50 (milkshake, 300ml) – Refri lata R$3,00
Comidas: R$2,80 (pão Delícia) a R$14,00 (cartola com sorvete)
Cartões de crédito: sim

O lugar é simpaticíssimo. Agrada tanto àqueles que preferem curtir o ventinho bom da praia — na sua área externa — quanto aqueles que preferem o ar-condicionado e o climinha de lanchonete americana dos anos 50 (só inspiração, hein? Não é decoração temática!).
Quanto à comida, tenho que fazer uma observação: apesar do nome do lugar, finas fatias não são recomendadas, pois é tudo uma delícia. Fora as saladas (que eu admito: não gosto mesmo em lugar nenhum), ainda não experimentei nada de que não gostasse por lá. Recomendo, em especial, os pãezinhos Delícia, a torta Terrina e o Ice Ciocolatto (nem o milkshake de Ovomaltine é páreo pra ele!).

Não é exatamente o tipo de lugar que se vá pra badalar ou conhecer pessoas — ou seja, não é lá que vou perder minha fama de nerd antisocial — mas, definitivamente, vale a visita.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Lion

Onde: Av. Almirante Tamandaré, 634, Tambaú
Fone: 3247-2805
Data da visita: terça-feira gorda(!), 16/02/2010
Faixa de preços:
Bebidas: R$1,90 (água) a R$11,00 (Whisky 12 anos);
Refri R$2,50;
Comidas: R$5,00 (porção de azeitonas) a R$39,90 (filé Lion com funghi, molho madeira, arroz de brócolis e batatas, para duas pessoas)
Crepes: R$9,90 (Mini crepe de queijo) a R$15,90 (Mini crepe de camarão oriental)
Cartões de crédito: sim


Último dia de carnaval. Como nem tudo estava funcionando, o lugar tinha fila de espera! O dono foi simpático. Se desculpou. Ofereceu lugar pra sentarmos enquanto esperávamos uma mesa. Nem demorou tanto assim. Em compensação, tudo o que não esperamos pra conseguir a mesa, esperamos pra sermos atendidos pelos garçons ocupadíssimos e também para que nossos pedidos chegassem.
O lugar é bem simpático, praticamente à beira-mar, com um climinha meio rústico. Pra quem não passa sem, tem também uma pequena parte reservada, com ar-condicionado. Mas é bom chegar cedo. É pequena mesmo.
Pedimos dois crepes salgados, uma coca zero e um guaraná zero. Não é tão difícil de decorar, é? E podendo anotar no bloquinho de pedidos, facilita ainda mais. Não deveria ter erro, mas teve. Os garçons ocupadíssimos trouxeram duas cocas; foram trocar a segunda pelo guaraná e −diz a lenda− nunca mais foram vistos. Deixamos barato, como diria Zeca Baleiro, e seguimos em frente, hipnotizados pelo cheirinho dos nossos pedidos chegando à mesa, tal qual os personagens de desenho animado. Dou o braço a torcer: meu crepe salgado estava delicioso! Uma coisa! Digno do Crepe Au Chocolat. Nos animamos e pedimos um doce de sobremesa. Lançamento, dizia o cardápio: crepe de Nutella. Deveria vir com Nutella (óbvio!), banana, sorvete de creme, castanha de caju e licor. Não consegui sentir o gosto do licor, mas o pior ainda está por vir: quase nada de Nutella!!! Não me entendam mal. Era gostoso, mas pra receber este nome, deveria, ao menos, ter porções mais generosas do negócio, não? Principalmente depois de termos esperado uns trinta anos por ele. Tsc, tsc...
Pra fechar a noite, a conta veio com os refrigerantes entregues e os não entregues (cobraram 3!). Reclamamos e entregaram a conta de outra mesa pra gente. Tsc, tsc². Resumo da ópera: não deixem de ir. Vale a pena. Mas prefiram os dias/horários de pouco movimento, peçam pra caprichar na porção do que vocês mais gostarem e SEMPRE confiram a conta.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

China Taiwan

Onde: Av. João Câncio, 1240, Manaíra
Fone: 3247-3902
Data da visita: quarta-feira, 21/01/2010
Faixa de preços:
Bebidas: R$1,70 (água) a R$26,50 (vinho Marcus James - garrafa). Refri R$2,50;
Comidas: R$3,30 (rolinho primavera) a R$55,00 (Salmão grelhado). Barca R$38,00.
Cartões de crédito: sim


Fomos lá atraídos pelo desafio de vencer "a barca", que é o carro-chefe do restaurante; um prato gigante (e baratíssimo: R$38,00) de yakisoba, que daria, tranquilamente, pra 8 pessoas normais. Fomos num grupo de 6 adultos e uma criança. E, apesar dos nossos esforços, fomos vencidos pela barca.
O lugar é bem localizado, acessível, com estacionamento amplo e gratuito. A decoração deixa muito a desejar (como na maioria dos chineses por aqui): uma misturada de quadros com paisagens, painéis de gueixas (!), lanternas vermelhas e − pasmem! (essa é, no mínimo, inesperada)− máscaras do carnaval de Veneza (será que é porque a maioria das máscaras à venda nos camelôs em Veneza são "made in Taiwan"?). Não tem um ar aconchegante. E apesar do conforto do ar-condicionado, a disposição das mesas no espaço dá a sensação de churrascaria popular.


Quanto à comida, que é realmente o que interessa, outra decepção: não chega a ser “incomível” mas, pra mim, faltou tempero. Além disso, pra aturar yakisoba com pele de galinha e apresuntado, haja boa vontade e apetite! Em resumo, é uma ótima opção para os dias de muita fome e pouca grana. Fora isso, “não, obrigada”.

Comentário de Val
Pedi um rolinho primavera antes de encarar a barca. Wrong move. O rolinho é enorme e, apesar de ser bom, não está entre os melhores que já comi e seu recheio incluía carne moída. Estranho, muito estranho...

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Café Banana Lounge


Informações sobre o Café: ver detalhes no post anterior clicando aqui.


Dia 07 de janeiro de 2010. Primeira quinta-feira do mês e, por acaso, do ano. Dia do Vinho Violado e, oficialmente, nossa segunda visita ao Banana Lounge. Chegamos cedo, por volta das 20h30. O lugar estava bem mais movimentado do que na semana anterior, o vinho estava sobre a bancada do bar e a música, por enquanto, ainda vinha do computador.

Ficamos conversando e olhando os livros por mais ou menos uma hora, meio entediados por ninguém ter pego ainda no violão. E como se não bastasse, não tinha espaço nem para um joguinho de Uno, já que todas as cadeiras possíveis e imagináveis estavam ocupadas!

Até que, por volta das 21h30 e muitas tequilas depois, um dos nossos amigos pegou o violão e começou a tocar as três músicas que ele aprendeu: as opções eram La Belle du Jour (Alceu Valença), Dia Branco (Geraldo Azevedo) e Tempo Perdido (Legião Urbana). Um dos donos do café pegou o pandeiro para acompanhar, depois trocou pela gaita. Após nosso amigo decidir continuar tentando tocar violão, os tocadores oficiais resolveram tomar as rédeas da situação e começaram uma sessão de músicas do Lenine, com dois violões e um pandeiro. E a noite realmente começou.




Avaliação geral da noite? Muito boa. O lugar é divertido, a platéia é animada e, depois que a música começa, vale muito a pena. O grande problema é que my inner geek estava com muito sono e preocupadíssima em chegar atrasada no dia seguinte no trabalho. E olha que eu nem tenho chefe, no sentido literal da palavra! A música começou muito tarde! Afinal, 22h30 já é hora de estar na cama. Quem disse que apenas os boêmios que dormem tarde curtem uma noitada de violão e boa música? E de quem foi a ideia de que essas noites têm que ser numa quinta-feira?!

Então, fui para casa cedo (em termos boêmios), por volta das 23h30. A turma ainda estava animada e dando a impressão de que a música estava apenas começando.

sábado, 2 de janeiro de 2010

Bora Bora

Onde: Av. Gov. Argemiro de Figueiredo, 1470, Bessa.
Site: http://barborabora.com/index.php
Data da visita: Sábado, 02/01/2010
Evento: Feriadão do Réveillon
Faixa de preços:
Bebidas: R$2,90 (Refri 290ml) a R$8,00 (Teacher's)
Comidas: R$2,00 (pão de alho) a R$49,90 (Camarão flambado, para duas pessoas)
Cartões de crédito: Sim


Depois do Recanto do Maceió, precisávamos tirar o gosto amargo da boca! De volta à civilização, resolvemos fugir do conforto dos lugares que já conhecíamos e nos aventurar em uma outra nova experiência, afinal, depois da primeira, tudo o que viesse seria lucro. Não tinha como piorar! E não é que deu certo?!
Chegando ao Bora Bora, fomos para a parte de trás do bar. O lugar é uma delícia! Música e decoração de bom gosto (MPB, sambinha, etc.), numa altura razoável, com vista e acesso para o mar, chuveiro, cadeiras-rede e mesas de massagem, com massagista a postos. Dá pra ficar melhor? Dá! Os garçons, vestidos com camisas florais à la Jack Johnson, eram super atenciosos e simpáticos.
Fácil, fácil, esquecemos a experiência traumática anterior e entramos no ritmo “passar uma tarde em Itapuã”, só jogando conversa fora, sentindo a preguiça no corpo e beliscando os aperitivos: caldinho e casquinha de caranguejo, batata frita com queijo e bacon, iscas de peixe... Huuummm! De tudo o que experimentamos, o único “não recomendo” é o petit gateau. O bolinho estava horrível! Parecia ter sido tirado do forno antes da hora, com um gosto muito forte de manteiga. Devíamos ter considerado a grafia “incomum” do prato no cardápio (“petit gateaux”) como um sinal ortográfico de que havia algo de errado com ele e mantido distância. Paciência! Prestaremos mais atenção da próxima vez − com certeza, haverá uma − afinal, ainda não experimentamos a massagem com vista pro mar... (R$30,00, podendo ser incluída na conta).

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Café Banana Lounge



Onde: Av. Flávio Ribeiro Coutinho, 300, Empresarial Praia Shopping, Manaíra
Fone: (83) 3245-8260 / (83) 2106-0978
Site: http://www.cafebananalounge.com.br/
Data da visita: Quarta-feira, 30/12/2009
Evento: English Night
Faixa de preços:
- Bebidas - R$1,60 (chá) a R$8,00 (tequila). Refri por R$2,20;
- Comidas - R$1,50 (pão de queijo) a R$8,00 (refeição do dia).
Cartões de crédito: Sim (Visa)

Tudo bem, eu admito: ir a um café para uma noite em que só se fala inglês soa meio nerd. Parece mais dever de casa que diversão. Mas convenhamos: não se transforma um Sheldon num Charlie Harper da noite pro dia! É um processo gradual...

Chegamos pouco antes das 20:00h e o lugar só tinha a garçonete, seu namorado e mais uma pessoa, sendo que os dois últimos já estavam de saída. O ambiente é pequeno e tem uma decoração descolada, interessante. Depois de um pedaço, a professora de inglês chegou e we started to talk only in English.

Pelo que nos falaram, o café costuma ser bastante movimentado e a culpa pela “baixa freqüência” que presenciamos era do Réveillon, que tira os nativos da cidade. Anyway, o papo foi legal e descobrimos algumas peculiaridades curiosas do ambiente: a primeira é o CrossBook, que é uma estante com livros para empréstimo, todos doados por clientes. Você traz um para doar e pega outro qualquer que queira ler (sem qualquer tipo de avaliação); e se alguém pegou o livro antes, você pode reservar por até uma semana. Outra troca interessante é a de músicas. Um dos computadores tem uma pasta chamada “Fulano Vibes", onde os freqüentadores podem deixar suas músicas preferidas pra serem tocadas por lá. Nos dias de menor movimento, também dá pra levar o pendrive e trazer algumas coisas pra casa. O meu voltou, pelo menos, 40 músicas mais cheio.


Pelo que disseram, parece que sempre há festinhas temáticas por lá, como o dia do crepe, e que os freqüentadores são assíduos e participam de tudo, formando uma espécie de comunidade (uma não virtual! Viva!). Um bom momento para experimentar seria no dia do Vinho Violado, que acontece toda primeira quinta-feira do mês. Apesar do nome, não é um festival de vinhos abertos indevidamente e sim um convite para experimentá-los ao som do violão (sempre disponível por lá) ou de qualquer outro instrumento que pintar na hora, já que os músicos saem da platéia, democraticamente. Com certeza, vale uma segunda visita para conferir.