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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Café Banana Lounge


Informações sobre o Café: ver detalhes no post anterior clicando aqui.


Dia 07 de janeiro de 2010. Primeira quinta-feira do mês e, por acaso, do ano. Dia do Vinho Violado e, oficialmente, nossa segunda visita ao Banana Lounge. Chegamos cedo, por volta das 20h30. O lugar estava bem mais movimentado do que na semana anterior, o vinho estava sobre a bancada do bar e a música, por enquanto, ainda vinha do computador.

Ficamos conversando e olhando os livros por mais ou menos uma hora, meio entediados por ninguém ter pego ainda no violão. E como se não bastasse, não tinha espaço nem para um joguinho de Uno, já que todas as cadeiras possíveis e imagináveis estavam ocupadas!

Até que, por volta das 21h30 e muitas tequilas depois, um dos nossos amigos pegou o violão e começou a tocar as três músicas que ele aprendeu: as opções eram La Belle du Jour (Alceu Valença), Dia Branco (Geraldo Azevedo) e Tempo Perdido (Legião Urbana). Um dos donos do café pegou o pandeiro para acompanhar, depois trocou pela gaita. Após nosso amigo decidir continuar tentando tocar violão, os tocadores oficiais resolveram tomar as rédeas da situação e começaram uma sessão de músicas do Lenine, com dois violões e um pandeiro. E a noite realmente começou.




Avaliação geral da noite? Muito boa. O lugar é divertido, a platéia é animada e, depois que a música começa, vale muito a pena. O grande problema é que my inner geek estava com muito sono e preocupadíssima em chegar atrasada no dia seguinte no trabalho. E olha que eu nem tenho chefe, no sentido literal da palavra! A música começou muito tarde! Afinal, 22h30 já é hora de estar na cama. Quem disse que apenas os boêmios que dormem tarde curtem uma noitada de violão e boa música? E de quem foi a ideia de que essas noites têm que ser numa quinta-feira?!

Então, fui para casa cedo (em termos boêmios), por volta das 23h30. A turma ainda estava animada e dando a impressão de que a música estava apenas começando.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Café Banana Lounge



Onde: Av. Flávio Ribeiro Coutinho, 300, Empresarial Praia Shopping, Manaíra
Fone: (83) 3245-8260 / (83) 2106-0978
Site: http://www.cafebananalounge.com.br/
Data da visita: Quarta-feira, 30/12/2009
Evento: English Night
Faixa de preços:
- Bebidas - R$1,60 (chá) a R$8,00 (tequila). Refri por R$2,20;
- Comidas - R$1,50 (pão de queijo) a R$8,00 (refeição do dia).
Cartões de crédito: Sim (Visa)

Tudo bem, eu admito: ir a um café para uma noite em que só se fala inglês soa meio nerd. Parece mais dever de casa que diversão. Mas convenhamos: não se transforma um Sheldon num Charlie Harper da noite pro dia! É um processo gradual...

Chegamos pouco antes das 20:00h e o lugar só tinha a garçonete, seu namorado e mais uma pessoa, sendo que os dois últimos já estavam de saída. O ambiente é pequeno e tem uma decoração descolada, interessante. Depois de um pedaço, a professora de inglês chegou e we started to talk only in English.

Pelo que nos falaram, o café costuma ser bastante movimentado e a culpa pela “baixa freqüência” que presenciamos era do Réveillon, que tira os nativos da cidade. Anyway, o papo foi legal e descobrimos algumas peculiaridades curiosas do ambiente: a primeira é o CrossBook, que é uma estante com livros para empréstimo, todos doados por clientes. Você traz um para doar e pega outro qualquer que queira ler (sem qualquer tipo de avaliação); e se alguém pegou o livro antes, você pode reservar por até uma semana. Outra troca interessante é a de músicas. Um dos computadores tem uma pasta chamada “Fulano Vibes", onde os freqüentadores podem deixar suas músicas preferidas pra serem tocadas por lá. Nos dias de menor movimento, também dá pra levar o pendrive e trazer algumas coisas pra casa. O meu voltou, pelo menos, 40 músicas mais cheio.


Pelo que disseram, parece que sempre há festinhas temáticas por lá, como o dia do crepe, e que os freqüentadores são assíduos e participam de tudo, formando uma espécie de comunidade (uma não virtual! Viva!). Um bom momento para experimentar seria no dia do Vinho Violado, que acontece toda primeira quinta-feira do mês. Apesar do nome, não é um festival de vinhos abertos indevidamente e sim um convite para experimentá-los ao som do violão (sempre disponível por lá) ou de qualquer outro instrumento que pintar na hora, já que os músicos saem da platéia, democraticamente. Com certeza, vale uma segunda visita para conferir.