sábado, 27 de fevereiro de 2010

Fina Fatia

Onde: Av. Négo, 476, Tambaú
Fone: 3226-1083 (delivery)‎
Site: http://www.finafatia.com/
Data da visita: sábado, 27/02/2010
Evento: none
Faixa de preços:
Bebidas: R$1,50 (água, 500ml) a R$9,50 (milkshake, 300ml) – Refri lata R$3,00
Comidas: R$2,80 (pão Delícia) a R$14,00 (cartola com sorvete)
Cartões de crédito: sim

O lugar é simpaticíssimo. Agrada tanto àqueles que preferem curtir o ventinho bom da praia — na sua área externa — quanto aqueles que preferem o ar-condicionado e o climinha de lanchonete americana dos anos 50 (só inspiração, hein? Não é decoração temática!).
Quanto à comida, tenho que fazer uma observação: apesar do nome do lugar, finas fatias não são recomendadas, pois é tudo uma delícia. Fora as saladas (que eu admito: não gosto mesmo em lugar nenhum), ainda não experimentei nada de que não gostasse por lá. Recomendo, em especial, os pãezinhos Delícia, a torta Terrina e o Ice Ciocolatto (nem o milkshake de Ovomaltine é páreo pra ele!).

Não é exatamente o tipo de lugar que se vá pra badalar ou conhecer pessoas — ou seja, não é lá que vou perder minha fama de nerd antisocial — mas, definitivamente, vale a visita.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Lion

Onde: Av. Almirante Tamandaré, 634, Tambaú
Fone: 3247-2805
Data da visita: terça-feira gorda(!), 16/02/2010
Faixa de preços:
Bebidas: R$1,90 (água) a R$11,00 (Whisky 12 anos);
Refri R$2,50;
Comidas: R$5,00 (porção de azeitonas) a R$39,90 (filé Lion com funghi, molho madeira, arroz de brócolis e batatas, para duas pessoas)
Crepes: R$9,90 (Mini crepe de queijo) a R$15,90 (Mini crepe de camarão oriental)
Cartões de crédito: sim


Último dia de carnaval. Como nem tudo estava funcionando, o lugar tinha fila de espera! O dono foi simpático. Se desculpou. Ofereceu lugar pra sentarmos enquanto esperávamos uma mesa. Nem demorou tanto assim. Em compensação, tudo o que não esperamos pra conseguir a mesa, esperamos pra sermos atendidos pelos garçons ocupadíssimos e também para que nossos pedidos chegassem.
O lugar é bem simpático, praticamente à beira-mar, com um climinha meio rústico. Pra quem não passa sem, tem também uma pequena parte reservada, com ar-condicionado. Mas é bom chegar cedo. É pequena mesmo.
Pedimos dois crepes salgados, uma coca zero e um guaraná zero. Não é tão difícil de decorar, é? E podendo anotar no bloquinho de pedidos, facilita ainda mais. Não deveria ter erro, mas teve. Os garçons ocupadíssimos trouxeram duas cocas; foram trocar a segunda pelo guaraná e −diz a lenda− nunca mais foram vistos. Deixamos barato, como diria Zeca Baleiro, e seguimos em frente, hipnotizados pelo cheirinho dos nossos pedidos chegando à mesa, tal qual os personagens de desenho animado. Dou o braço a torcer: meu crepe salgado estava delicioso! Uma coisa! Digno do Crepe Au Chocolat. Nos animamos e pedimos um doce de sobremesa. Lançamento, dizia o cardápio: crepe de Nutella. Deveria vir com Nutella (óbvio!), banana, sorvete de creme, castanha de caju e licor. Não consegui sentir o gosto do licor, mas o pior ainda está por vir: quase nada de Nutella!!! Não me entendam mal. Era gostoso, mas pra receber este nome, deveria, ao menos, ter porções mais generosas do negócio, não? Principalmente depois de termos esperado uns trinta anos por ele. Tsc, tsc...
Pra fechar a noite, a conta veio com os refrigerantes entregues e os não entregues (cobraram 3!). Reclamamos e entregaram a conta de outra mesa pra gente. Tsc, tsc². Resumo da ópera: não deixem de ir. Vale a pena. Mas prefiram os dias/horários de pouco movimento, peçam pra caprichar na porção do que vocês mais gostarem e SEMPRE confiram a conta.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

China Taiwan

Onde: Av. João Câncio, 1240, Manaíra
Fone: 3247-3902
Data da visita: quarta-feira, 21/01/2010
Faixa de preços:
Bebidas: R$1,70 (água) a R$26,50 (vinho Marcus James - garrafa). Refri R$2,50;
Comidas: R$3,30 (rolinho primavera) a R$55,00 (Salmão grelhado). Barca R$38,00.
Cartões de crédito: sim


Fomos lá atraídos pelo desafio de vencer "a barca", que é o carro-chefe do restaurante; um prato gigante (e baratíssimo: R$38,00) de yakisoba, que daria, tranquilamente, pra 8 pessoas normais. Fomos num grupo de 6 adultos e uma criança. E, apesar dos nossos esforços, fomos vencidos pela barca.
O lugar é bem localizado, acessível, com estacionamento amplo e gratuito. A decoração deixa muito a desejar (como na maioria dos chineses por aqui): uma misturada de quadros com paisagens, painéis de gueixas (!), lanternas vermelhas e − pasmem! (essa é, no mínimo, inesperada)− máscaras do carnaval de Veneza (será que é porque a maioria das máscaras à venda nos camelôs em Veneza são "made in Taiwan"?). Não tem um ar aconchegante. E apesar do conforto do ar-condicionado, a disposição das mesas no espaço dá a sensação de churrascaria popular.


Quanto à comida, que é realmente o que interessa, outra decepção: não chega a ser “incomível” mas, pra mim, faltou tempero. Além disso, pra aturar yakisoba com pele de galinha e apresuntado, haja boa vontade e apetite! Em resumo, é uma ótima opção para os dias de muita fome e pouca grana. Fora isso, “não, obrigada”.

Comentário de Val
Pedi um rolinho primavera antes de encarar a barca. Wrong move. O rolinho é enorme e, apesar de ser bom, não está entre os melhores que já comi e seu recheio incluía carne moída. Estranho, muito estranho...

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Café Banana Lounge


Informações sobre o Café: ver detalhes no post anterior clicando aqui.


Dia 07 de janeiro de 2010. Primeira quinta-feira do mês e, por acaso, do ano. Dia do Vinho Violado e, oficialmente, nossa segunda visita ao Banana Lounge. Chegamos cedo, por volta das 20h30. O lugar estava bem mais movimentado do que na semana anterior, o vinho estava sobre a bancada do bar e a música, por enquanto, ainda vinha do computador.

Ficamos conversando e olhando os livros por mais ou menos uma hora, meio entediados por ninguém ter pego ainda no violão. E como se não bastasse, não tinha espaço nem para um joguinho de Uno, já que todas as cadeiras possíveis e imagináveis estavam ocupadas!

Até que, por volta das 21h30 e muitas tequilas depois, um dos nossos amigos pegou o violão e começou a tocar as três músicas que ele aprendeu: as opções eram La Belle du Jour (Alceu Valença), Dia Branco (Geraldo Azevedo) e Tempo Perdido (Legião Urbana). Um dos donos do café pegou o pandeiro para acompanhar, depois trocou pela gaita. Após nosso amigo decidir continuar tentando tocar violão, os tocadores oficiais resolveram tomar as rédeas da situação e começaram uma sessão de músicas do Lenine, com dois violões e um pandeiro. E a noite realmente começou.




Avaliação geral da noite? Muito boa. O lugar é divertido, a platéia é animada e, depois que a música começa, vale muito a pena. O grande problema é que my inner geek estava com muito sono e preocupadíssima em chegar atrasada no dia seguinte no trabalho. E olha que eu nem tenho chefe, no sentido literal da palavra! A música começou muito tarde! Afinal, 22h30 já é hora de estar na cama. Quem disse que apenas os boêmios que dormem tarde curtem uma noitada de violão e boa música? E de quem foi a ideia de que essas noites têm que ser numa quinta-feira?!

Então, fui para casa cedo (em termos boêmios), por volta das 23h30. A turma ainda estava animada e dando a impressão de que a música estava apenas começando.

sábado, 2 de janeiro de 2010

Bora Bora

Onde: Av. Gov. Argemiro de Figueiredo, 1470, Bessa.
Site: http://barborabora.com/index.php
Data da visita: Sábado, 02/01/2010
Evento: Feriadão do Réveillon
Faixa de preços:
Bebidas: R$2,90 (Refri 290ml) a R$8,00 (Teacher's)
Comidas: R$2,00 (pão de alho) a R$49,90 (Camarão flambado, para duas pessoas)
Cartões de crédito: Sim


Depois do Recanto do Maceió, precisávamos tirar o gosto amargo da boca! De volta à civilização, resolvemos fugir do conforto dos lugares que já conhecíamos e nos aventurar em uma outra nova experiência, afinal, depois da primeira, tudo o que viesse seria lucro. Não tinha como piorar! E não é que deu certo?!
Chegando ao Bora Bora, fomos para a parte de trás do bar. O lugar é uma delícia! Música e decoração de bom gosto (MPB, sambinha, etc.), numa altura razoável, com vista e acesso para o mar, chuveiro, cadeiras-rede e mesas de massagem, com massagista a postos. Dá pra ficar melhor? Dá! Os garçons, vestidos com camisas florais à la Jack Johnson, eram super atenciosos e simpáticos.
Fácil, fácil, esquecemos a experiência traumática anterior e entramos no ritmo “passar uma tarde em Itapuã”, só jogando conversa fora, sentindo a preguiça no corpo e beliscando os aperitivos: caldinho e casquinha de caranguejo, batata frita com queijo e bacon, iscas de peixe... Huuummm! De tudo o que experimentamos, o único “não recomendo” é o petit gateau. O bolinho estava horrível! Parecia ter sido tirado do forno antes da hora, com um gosto muito forte de manteiga. Devíamos ter considerado a grafia “incomum” do prato no cardápio (“petit gateaux”) como um sinal ortográfico de que havia algo de errado com ele e mantido distância. Paciência! Prestaremos mais atenção da próxima vez − com certeza, haverá uma − afinal, ainda não experimentamos a massagem com vista pro mar... (R$30,00, podendo ser incluída na conta).

Recanto do Maceió

Onde: Barra de Gramame, segundo boteco do lado do rio (da direita pra esquerda)
Fone: (fala sério!)
Site: (fala sério, de novo!)
Data da visita: sábado, 02/01/2010
Evento: Feriadão do Réveillon
Faixa de preços:
Bebidas: R$1,50 (Refri 290 ml e água) a R$45,00 (Teacher’s)
Comidas: R$2,00 (caranguejo ou porções de arroz, feijão, macarrão, macaxeira e vinagrete) a R$35,00 (peixe grande completo frito, com salada, arroz, macarrão e feijão)
Cartões de crédito: não


Esse foi de amargar! De tão ruim, periga virar um clássico Cult! A paisagem vista de cima da barra, com rio de um lado e mar de outro, definitivamente vale o passeio, mas neste dia demos azar. Eu queria ir no Xareu's Bar (que estava fechado quando chegamos), pois há uns tempos atrás tive uma ótima experiência lá: delicioso peixe frito com batatas, numa mesinha à beira do rio, com os pés dentro d’água, sem multidões nem música alta... só o barulho do vento e uma preguicinha boa danada. Quase ninguém mais além de nós. Sem stress, sem farofers!

Mas dessa vez o plano falhou. Como o bar estava fechado, optamos por um vizinho, pra não perder a viagem e, de quebra, pudemos curtir nossa pequena visão do inferno. É verdade, tinha aguinha no pé. Mas tinha também uma multidão interminável de farofers, crianças correndo pra lá e pra cá e nadando com bóias alugadas (argh!) e música brega às alturas: ♫Telefone mudo não recebe ligação...♫. O preço do refri era barato, mas ver que a salada que acompanhava nosso camarão ao alho e óleo estava realmente fresca (com direito a larva viva de acompanhamento), não tem preço!

A experiência foi tão traumática que minha mãe se propôs a andar sempre com um baldinho d’água para mergulhar meus pés onde quer que nós fôssemos, contanto que nunca mais tivéssemos que voltar lá. Voltar lá? Nunca mais! Se bem que o lugar é tão legal (Barra de Gramame, não o bar) que talvez valha à pena dar uma incerta no outro bar, de preferência num dia de semana.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Café Banana Lounge



Onde: Av. Flávio Ribeiro Coutinho, 300, Empresarial Praia Shopping, Manaíra
Fone: (83) 3245-8260 / (83) 2106-0978
Site: http://www.cafebananalounge.com.br/
Data da visita: Quarta-feira, 30/12/2009
Evento: English Night
Faixa de preços:
- Bebidas - R$1,60 (chá) a R$8,00 (tequila). Refri por R$2,20;
- Comidas - R$1,50 (pão de queijo) a R$8,00 (refeição do dia).
Cartões de crédito: Sim (Visa)

Tudo bem, eu admito: ir a um café para uma noite em que só se fala inglês soa meio nerd. Parece mais dever de casa que diversão. Mas convenhamos: não se transforma um Sheldon num Charlie Harper da noite pro dia! É um processo gradual...

Chegamos pouco antes das 20:00h e o lugar só tinha a garçonete, seu namorado e mais uma pessoa, sendo que os dois últimos já estavam de saída. O ambiente é pequeno e tem uma decoração descolada, interessante. Depois de um pedaço, a professora de inglês chegou e we started to talk only in English.

Pelo que nos falaram, o café costuma ser bastante movimentado e a culpa pela “baixa freqüência” que presenciamos era do Réveillon, que tira os nativos da cidade. Anyway, o papo foi legal e descobrimos algumas peculiaridades curiosas do ambiente: a primeira é o CrossBook, que é uma estante com livros para empréstimo, todos doados por clientes. Você traz um para doar e pega outro qualquer que queira ler (sem qualquer tipo de avaliação); e se alguém pegou o livro antes, você pode reservar por até uma semana. Outra troca interessante é a de músicas. Um dos computadores tem uma pasta chamada “Fulano Vibes", onde os freqüentadores podem deixar suas músicas preferidas pra serem tocadas por lá. Nos dias de menor movimento, também dá pra levar o pendrive e trazer algumas coisas pra casa. O meu voltou, pelo menos, 40 músicas mais cheio.


Pelo que disseram, parece que sempre há festinhas temáticas por lá, como o dia do crepe, e que os freqüentadores são assíduos e participam de tudo, formando uma espécie de comunidade (uma não virtual! Viva!). Um bom momento para experimentar seria no dia do Vinho Violado, que acontece toda primeira quinta-feira do mês. Apesar do nome, não é um festival de vinhos abertos indevidamente e sim um convite para experimentá-los ao som do violão (sempre disponível por lá) ou de qualquer outro instrumento que pintar na hora, já que os músicos saem da platéia, democraticamente. Com certeza, vale uma segunda visita para conferir.